Movimento Amigos do Circuito das Águas Mineiro 

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[Matéria Externa] – São Lourenço Jornal – Pode ser o fim das nossas águas

Publicado em 8 de abril de 2015, por em Notícias.

Fonte: http://www.saolourencojornal.com.br/site/?pg=noticia&id=3702#.VSSnmvnF_ih

Por: Luciana Dutra

SLJ01No Dia Mundial da Água, dia 22 de março, aconteceu em São Lourenço a entrega da Comenda Ambiental Estância Hidromineral em frente ao Parque das Águas. Durante o evento, diversas pessoas manifestavam contra a Nestlé, empresa responsável pelo engarrafamento e comercialização das águas da nossa cidade, e distribuíram uma carta com informações sobre esta exploração.

Entenda o caso

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[Matéria Externa] – São Lourenço Jornal – Nestlé se esquiva de perguntas sobre as águas de São Lourenço

Publicado em 8 de abril de 2015, por em Notícias.

Fonte: http://www.saolourencojornal.com.br/site/?pg=noticia&id=3710#.VSSnm_nF_ih

Por: Luciana Dutra

SLJ01

Na edição do São Lourenço Jornal de semana passada fizemos uma matéria sobre o fim das águas de São Lourenço. O Grupo Amar’Água distribuiu uma carta durante a Comenda Ambiental, informando a população sobre o extermínio das águas minerais de São Lourenço pela Nestlé.

 

 

 

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Pelo fim da exploração das águas de São Lourenço pela Nestlé Waters

Publicado em 27 de março de 2015, por em Entrada.

A importância desta Petição é pressionar os órgãos competentes da Cidade de São Lourenço – MG que tem como patrimônio suas águas minerais, a paralisação imediata da exploração e comercialização das águas do Parque das Águas da Cidade de São Lourenço – MG pela empresa Nestlé Waters. A exploração, praticada pela Nestlé Waters do Brasil, no interior do Parque das Àguas de São Lourenço, para a comercialização de águas envasadas, não é convenientemente respaldada por nenhum estudo técnico/científico que garanta a preservação, conforme exige a legislação das águas minerais gasosas e medicinais desta estância. Após a Nestlé assumir a empresa Águas de São Lourenço, a extração até então autorizada, de 8.000 litros/hora passou para 53.000 litros/hora, ou seja, houve um aumento de 560% na extração concedida pelo Departamento Nacional da Produção Mineral = DNPM. Precisamos de sua assinatura! Colabore!

Esta petição é muito importante e poderá fazer uso de nossa ajuda. Clique aqui para saber mais e assinar:
https://secure.avaaz.org/po/petition/Pelo_fim_da_exploracao_das_aguas_de_Sao_Lourenco_pela_Nestle_Waters/?pv=18

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[Matéria Externa] – ALMG – Audiência pública discute superexplotação da Nestlé em São Lourenço!

Publicado em 27 de março de 2015, por em Notícias.

Fonte: http://www.almg.gov.br/acompanhe/noticias/arquivos/2013/08/14_audiencia_comissao_das_aguas_sao_lourenco.html

*** Ata da Audiência Pública de São Lourenço ***

Especialistas pedem mudanças na legislação federal e cobram maior fiscalização sobre o uso desse recurso.

Na audiência, foi defendida a valorização dos aspectos ecológicos e socioculturais da água - Foto: Lia Priscila

Na audiência, foi defendida a valorização dos aspectos ecológicos e socioculturais da água – Foto: Lia Priscila

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[Matéria Externa] – Diário de S. Paulo – Uma cidade contra a Nestlé

Publicado em 27 de março de 2015, por em Notícias.

Uma cidade contra a Nestlé

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[Matéria Externa] – Carta Capital – Em guerra contra a Nestlé

Publicado em 27 de março de 2015, por em Notícias.

Fonte: http://www.cartacapital.com.br/sociedade/em-guerra-contra-a-nestle-3372.html

Por: Marina Almeida

Grupo de moradores e Ministério Público querem proteger o Parque das Águas de São Lourenço, em Minas Gerais, da exploração da multinacional. Da Agência Pública

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[Matéria Externa] – ISTOÉ Dinheiro – Pode ser a gota d’água

Publicado em 27 de março de 2015, por em Notícias.

Fonte: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/negocios/20150317/pode-ser-gota-dagua/241471.shtml

Por: Carlos Eduardo Valim

A briga da comunidade da estância mineira São Lourenço com a suíça Nestlé tem novo capítulo. Os moradores acusam a empresa de secar o famoso Parque das Águas do município e o Ministério Público pede que a empresa pague estudo de impactos ambientais.

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MP de São Lourenço instaura Inquérito Civil Público contra Nestlé Waters!

Publicado em 22 de abril de 2013, por em Notícias.

Fonte: http://aguasdesaolourenco.wordpress.com/

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Tribunal suíço condena Nestlé e Securitas por espionagem

Publicado em 18 de março de 2013, por em Notícias.

Um grupo de trabalho do movimento ATTAC preparava um livro sobre a Nestlé e abriu as suas portas a uma voluntária que dizia querer colaborar no projecto. Descobriu-se mais tarde que se tratava de uma funcionária da Securitas que, por sua vez, fora contratada pela Nestlé para recolher informações sobre o grupo da ATTAC.

 

Segundo a edição de hoje do diário suíço Neue Zürcher Zeitung, as duas queixosas, ambas participantes do grupo do ATTAC, invocaram a violação da sua privacidade pela mandante (Nestlé) e pela mandada (Securitas AG, de origem suíça, diferente do grupo que opera em Portugal com o mesmo nome).

 

O tribunal de Waadt mandou indemnizar cada uma delas na quantia de 3.000 francos suíços. Apesar do montante limitado das indemnizações, a ATTAC suíça acolheu com grande satisfação o veredicto judicial, pelo significado que tem e pelo precedente que cria.

 

Fonte: http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=622671&tm=7&layout=121&visual=49

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Editorial 20/08/2011

Publicado em 21 de agosto de 2011, por em Notícias.

http://www.acquasul.com/acquamenu.htm

Vamos lá, estive ausente por problemas pessoais, dando um tempo…

Acho que o que me pegou de surpresa, foram as últimas notícias e o encaminhamento dado ao futuro de nossa água mineral. Fiz um balanço e gostaria de expor o que é benéfico sob a minha ótica e o que passa a me preocupar demais.

Contras:

  • Dependendo do marketing e de quem vai explorar, o direcionamento será sem dúvida para a superexploração;
  • Não consigo ver uma empresa de economia mista, com grande capital estrangeiro, como a COPASA, preocupada com esta cidade a ponto de terem vindo para ajudar a erguer o turismo local. Existe uma coisa que se chama produtividade, e consequentemente lucratividade, que não vai passar batido por uma empresa quase privatizada…;
  • Potência da bomba alemã instalada, que em teste de bombeamento parou literalmente a água toda da Roxo Rodrigues, na tentativa de fazer 1.200  litros hora;
  • Capacidade do prefeito em buscar verbas e colocar Cambuquira no mapa, é inegável, o que já nos rendeu bons frutos, como verbas e divulgação na mídia, mas visceralmente contra a propaganda de se usar uma água nobre e medicinal, com o risco de exaurir o aqüífero, para colocá-la na Copa do mundo ou similares;
  • Eventos, festas e subsídios vários serão usados para respaldar a exploração. É comum fazerem inclusive altos projetos ambientais também e para uma cidade carente há anos de uma estrutura turística e reembolso automático de lucros, claro que inocentemente, serão bem vindos;
  • Divulgação midiática da água de Cambuquira, sem vender a cidade junto, para o turista;
  • Disputa com a Perrier? Interessante, pois normalmente a mesma empresa põem dois produtos concorrendo com eles mesmos… que imaginação a minha…

A fonte Roxo Rodrigues tem vazão muito pequena!

Prós….

  • Crenoterapia no Parque das águas e SUS.

Perguntas a Prefeitura e Câmara:

  1. Quais os royalties destinados a Cambuquira, visto que já começaram a engarrafar?
  2. Qual a litragem oficial a ser engarrafada, usando a vazão espontânea das fontes?
  3. Preço oficial da garrafa, R$4,50???
  4. Quem vai fiscalizar a COPASA?

Fiz um esforço danado para ser otimista, mas para falar a verdade, que é meu maior defeito e também, virtude, não existem provas consistentes para que me sinta confortável diante da exploração das águas minerais de Cambuquira, pelo menos por enquanto. Faltam respostas e mais que isso, o histórico de exploração de São Lourenço, me ensinou muito.

Se amanhã, num futuro próximo, tivermos a perda de gás das fontes, rebaixamento de aquifero, se perdermos o sabor diferenciado de nossas águas minerais, mas com turismo e desenvolvimento invejável na região do Circuito das águas, que esta geração que aí está usufrua, lembrando-se sempre que falando em termos de direito difuso, destruíram a possibilidade de seus filhos e netos, de construirem seu próprio mundo saudável como seus pais e avós tiveram no passado. Se se aventurarem a achar que isso é progresso, abram seus computadores, estudem o assunto profundamente e verão como o primeiro mundo, trata estes assuntos com a seriedade e respeito, que nós mesmo sendo filhos de Cambuquira, não tivemos!

Marilia Noronha